Porque a escola é um espaço cheio de limitações e antagonismos? Porque eu não consigo vencer essas limitações? Porque estou presa somente à teoria? Será que sou artista? Será que sou docente? Sou apenas mais uma como todas as professoras de Arte, que ministra aulas para cobrir o módulo de outras professoras? Porque tantas angústias, tanto desânimo em minha prática? Que tipo de professora eu sou? Que tipo de aula eu ministro? Como tenho atuado na escola? O teatro se faz presente nas minhas aulas? O teatro cabe na escola? A escola cabe no teatro? Como são as aulas ministradas pelos meus colegas de profissão? Será que ministram teatro em tempo integral? Teoria e prática se relacionam? Como? Em que medida o professor é artista? Em que medida o artista é professor? Como pensar o ensino de arte na escola? Como a escola percebe o ensino de arte? Como os alunos veem a arte na escola? Afinal qual é o lugar da arte nas escolas? Qual é o olhar do professor de teatro sob sua prática? Como isso se dá nas escolas da Prefeitura Municipal de Uberlândia?
Sim eram muitas questões... Na busca de respostas comecei a questionar meus colegas de mestrado e profissão...
Segue as entrevista que realizei com colegas mestrandos!
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